Saio do cinema. 0h15, estou a entrar no eixo n-s.
A estrada é só minha, venho perdida em pensamentos.
O meu coração pára. Passada uma fracção de segundos o cérebro entra em sintonia e faz-me compreender o porquê de uma lágrima solitária rolar, suavemente, pela minha face.
Na rádio toca esta música.
Não consigo controlar as lágrimas, mas os soluços são mais suaves.
Hoje o coração não dói tanto, não sinto aquele sufoco...
Sei que estás bem, sinto que foi o melhor para ti, talvez para todos nós.
Mas sinto tanto a tua falta! Sinto tantas saudades.
Tento conter-me até chegar a casa, não quero encostar o carro.
Entro na garagem e enquanto o portão fecha lentamente eu desabo...
A estrada é só minha, venho perdida em pensamentos.
O meu coração pára. Passada uma fracção de segundos o cérebro entra em sintonia e faz-me compreender o porquê de uma lágrima solitária rolar, suavemente, pela minha face.
Na rádio toca esta música.
Não consigo controlar as lágrimas, mas os soluços são mais suaves.
Hoje o coração não dói tanto, não sinto aquele sufoco...
Sei que estás bem, sinto que foi o melhor para ti, talvez para todos nós.
Mas sinto tanto a tua falta! Sinto tantas saudades.
Tento conter-me até chegar a casa, não quero encostar o carro.
Entro na garagem e enquanto o portão fecha lentamente eu desabo...